Caspa no cabelo masculino: causas e tratamentos

Quem sofre ou já sofreu com a caspa sabe que, quando ela aparece, é difícil disfarçar, não é verdade? Afinal, aqueles pontinhos brancos nos ombros marcando a roupa já denuncia sua presença para todos.

A caspa é um verdadeiro problema estético que gera incômodo para muitas pessoas. Mais do que isso, ela também indica distúrbios corporais que, se negligenciados, podem evoluir para queda de cabelo ou até doenças mais sérias. Por isso, essa condição não deve ser ignorada.

No post de hoje, reunimos as principais informações sobre caspa no cabelo masculino para ajudar você a ficar bem informado sobre o assunto. Continue a leitura e saiba mais!

O que é a caspa?

A chamada dermatite seborreica acontece por uma alteração na produção do sebo nas glândulas sebáceas e pode se dar por vários motivos, como veremos a seguir. Ela costuma ocorrer principalmente no couro cabeludo, embora possa acontecer também em outras partes com pelos.

A caspa se apresenta em duas formas principais: a seca e a oleosa. A seca se assemelha a um pó, é fina e difusa. Já a oleosa se descama em blocos, com escamas amareladas e gordurosas.

Esse problema é mais comum nos homens do que nas mulheres, já que o organismo masculino produz, naturalmente, mais sebo. Além disso, o hábito de andar com chapéus e bonés é mais difundido entre eles.

Quais são as principais causas do problema?

Oleosidade excessiva

A caspa é uma resposta direta ao aumento da oleosidade no couro cabeludo. Essa disfunção pode ser causada por muitas formas. Uma delas vem de família, pois o excesso de oleosidade é algo que pode passar de pai para filho. Outras formas que estimulam o excesso de oleosidade natural são as seguintes:

  • dieta rica em alimentos gordurosos;

  • alto frequência de banhos quentes;

  • estresse elevado.

Fora as questões naturais, o aumento dessa oleosidade também pode acontecer devido a intervenções externas. O uso frequente de cremes, géis e condicionadores, assim como a higienização precária deles, pode gerar o aumento da oleosidade.

Além disso, o uso errado de xampus adstringentes contribui bastante para o quadro de oleosidade excessiva, na medida em que, ao serem usados com frequência, podem levar ao ressecamento do couro cabeludo, que por sua vez tentará ser compensado com uma maior produção de sebo pelo próprio corpo.

Proliferação de fungos

A proliferação de fungos no couro cabeludo também é uma conhecida causa das caspas. Esses microrganismos podem desencadear uma resposta inflamatória na cabeça que será percebida por meio das caspas.

Algumas maneiras de prevenir que isso aconteça é não dormir com os cabelos molhados e evitar o uso contínuo de bonés ou chapéus.

Como tratar a caspa no cabelo masculino?

As caspas não possuem uma cura definitiva, porém podem ser controladas. O método mais básico de tratamento é a partir de xampus anticaspas. Normalmente eles possuem uma base de zinco, cetoconazol, selênio, alcatrão ou ácido salicílico — todos elementos que ajudam a conter a produção da caspa.

Se a descamação for muito intensa e/ou persistente, o melhor a fazer é procurar um profissional especializado. Ele poderá analisar o problema e indicar o melhor tratamento, inclusive via medicamentos, se necessário.

Se você é uma pessoa que se enquadra nessa situação, é importante entender que o tratamento é contínuo. Se forem interrompidos os cuidados preventivos, a caspa voltará. Sendo assim, empenhe-se para manter as boas práticas indicadas pelo especialista.

Agora que você entendeu como cuidar da caspa no cabelo masculino, que tal continuar acompanhando outras dicas sobre o assunto? Siga nossa página no Facebook e fique por dentro de outros conteúdos exclusivos sobre saúde masculina prevenção de calvície e muito mais!

Confira 5 alimentos que ajudam a prevenir a calvície

Você sabe como prevenir a calvície? Para muitos homens, a simples ideia de ficar careca já é um motivo de angústia e aflição. Afinal, a perda dos cabelos causa um impacto considerável na aparência, o que pode abalar a autoestima de muitos. 

É verdade que as mulheres também podem sofrer com o problema, mas como sabemos, é no universo masculino que ele se destaca. Não há como negar o fato de que a queda dos fios incomoda, especialmente para os mais vaidosos e preocupados com a saúde. 

Para esses homens, a condição pode resultar em baixa autoestima e falta de confiança, fatores que certamente prejudicarão a qualidade de vida e a convivência social. Mas não tenha medo: neste artigo, apresentamos 5 alimentos que vão ajudar você a prevenir a calvície! 

1. Fontes de vitamina A

Fundamental para o crescimento das células e tecidos, a vitamina A é de extrema importância no que se refere à saúde do cabelo e do couro cabeludo. Por isso, não se esqueça de incluir na sua dieta alimentos ricos nesse nutriente, como manga, cenoura, ovos, leite e seus derivados.

2. Fontes de vitamina B

Para os fios se manterem saudáveis, eles precisam ser supridos com sangue e oxigênio. É aí que entram as vitaminas do complexo B, indispensáveis para o transporte de oxigênio dos pulmões para o restante do corpo, incluindo o cabelo.

O déficit de vitamina B no organismo prejudicará o fornecimento desses componentes, contribuindo, assim, para a calvície. Por essa razão, sua alimentação deve conter boas fontes dessa substância, a exemplo do abacate, da beterraba, das carnes magras, do salmão, do atum e da banana. 

3. Fontes de vitaminas C

Essencial para a produção de colágeno, o consumo de vitamina C é importante não apenas para prevenir a calvície, mas para a manutenção da saúde geral. Entenda que o colágeno é um elemento que dá sustentação ao corpo, mantendo os tecidos unidos.

O problema é que o organismo não é capaz de armazenar a vitamina C por muito tempo, por isso, de nada adiantará consumi-la em excesso de uma vez só, por exemplo. Assim, é necessário tê-la em sua alimentação todos os dias. 

No que diz respeito as suas fontes, as melhores são as laranjas, os morangos, o melão, o pimentão amarelo, o mamão e o kiwi. 

4. Fontes de zinco

A deficiência de zinco, um mineral que favorece a reprodução celular, está diretamente relacionada à caspa e ao enfraquecimento dos fios. Em vista disso, inclua no seu cardápio  pções alimentares que possuam boas quantidades de zinco. 

Os frutos do mar são excelentes fontes desse nutriente, em especial os mexilhões e as ostras. Ovos e leite também o fornecem, porém, em menores quantidades. 

5. Vegetais de folhas verdes

Por último, daremos uma atenção especial aos vegetais de folhas verdes, como couve, espinafre, acelga e rúcula, por exemplo. Esse grupo de alimentos é rico em vitaminas A e C e contêm boas quantidades de cálcio e ferro que, por sua vez, também ajudam a prevenir a calvície.

Como você viu, os alimentos têm um papel significativo para a saúde do cabelo. De uma forma ou outra, opte sempre por uma alimentação de qualidade, balanceada e rica nos nutrientes descritos neste artigo.

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Aprenda a rotina ideal de cuidados para cabelo masculino oleoso

Atualmente, existe um grande público que sofre com a incômoda oleosidade nos fios de cabelo. O problema é caracterizado por deixar o couro cabeludo com um aspecto engordurado, com uma aparência de sujo e nada sadio. Nesse sentido, é possível dizer que o cabelo masculino oleoso também é bem comum e, assim como qualquer outra situação que prejudica os fios, ele precisa de uma rotina de cuidados.

Pensando nesse assunto, resolvemos apresentar no artigo de hoje algumas dicas de rotina ideal e cuidados para cabelos oleosos, mantendo-o bonito e saudável. É válido mencionar que o probleminha pode ser causado por inúmeros fatores, incluindo genética, estresse, alimentação desequilibrada, alterações hormonais e mudança de clima.

Inclusive, ele pode evoluir e provocar caspas e coceira. Se ficou interessado, continue lendo!

Lave o cabelo com frequência

Embora seja comum que os homens lavem diariamente o cabelo, é importante que essa limpeza seja completa e não somente com água. Por esse motivo, utilize o shampoo e esfregue, com suavidade, o couro cabeludo. Depois de todos os processos, não se esqueça de enxaguar bem com água corrente.

Esse processo vai remover todo o aspecto engordurado dos fios, especialmente próximo à raiz, e vai manter o cabelo brilhante, solto e visualmente saudável.

Utilize água morna ou fria

Outro ponto fundamental é em relação à temperatura da água durante a limpeza dos fios. É fundamental que ela esteja morna ou fria, uma vez que altas temperaturas afetam o couro cabeludo, fazendo com que as glândulas sebáceas trabalhem mais para protegê-lo. Quando isso ocorre, a produção do óleo aumenta e, consequentemente, os fios ficam mais oleosos.

Intercale os tipos de shampoos

Por mais que pareça algo insignificante, utilizar shampoos específicos para cabelos oleosos masculinos faz toda a diferença. Todavia, eles não devem ser usado diariamente, já que causam o mesmo efeito da água quente, ressecando o couro cabeludo e estimulando o trabalho das glândulas sebáceas.

Por motivo, a sugestão é que você intercale a utilização desse produto com um outro neutro, preferencialmente com PH balanceado. Além disso, shampoos mais fortes, com propriedades adstringentes e antirresíduos também poderão ser usadas, mas no máximo duas vezes na semana e somente quando os fios estiverem muito oleosos e sujos.

Jamais passe condicionador no couro cabelo

Em geral, o condicionador é o produto que se passa logo após o shampoo e, ao contrário dele, deve ser utilizado apenas nas pontas do cabelo. Além disso, o produto deve ser depositado primeiramente nas mãos e depois nos fios.

Se o cabelo for muito curto, o indicado é passar rapidamente o condicionador próprio para combate a oleosidade e, ademais, deve-se intercalar dias de uso e não uso do produto. Não se esqueça de enxaguar muito bem no final.

Evite produtos sem enxágue

Por fim, é elementar dispensar a utilização de produtos 2 em 1 (shampoo e condicionador em um único frasco) e de produtos sem enxágue, como cremes sem enxágue, pomadas, ceras, silicones e produtos a base de óleo. Sempre que precisar moldar os fios, dê preferência para os talcos, mousses e até mesmo gel, mas sem exagerar nas quantidades.

Também é interessante mencionar que acessórios para cabelo, como bonés, toucas e chapéus, podem provocar a oleosidade. Além disso, evite passar a mão no cabelo e no couro cabeludo ao longo do dia, uma vez que os resíduos presentes nelas contribuem para o aumento do problema.

Agora que você já viu como ter uma rotina ideal de cuidados para cabelo masculino oleoso, aproveite as nossas dicas e garanta fios muito mais bonitos e saudáveis. Não se esqueça de que um cabelo bem cuidado é capaz de deixar a sua aparência muito mais agradável.

Você conhece algum outro truque infalível? Então deixe aqui nos comentários e complemente essa publicação. Até mais!

 

Afinal, existe uma frequência ideal para cortar cabelo masculino?

Algumas pessoas podem dizer que é uma vez por mês. Outras, afirmam que é de 15 em 15 dias. Mas a verdade é que a frequência ideal para cortar o cabelo masculino é variável e vai depender, principalmente, do tipo de corte que você escolher usar.

O cabelo masculino, apesar de ser mais propenso à calvície, costuma crescer mais forte e mais rápido que o feminino. Por isso, se você quer manter o seu visual sempre em dia, é preciso fazer visitas frequentes ao barbeiro.

Descubra a seguir qual é a frequência ideal para o seu corte e outras informações importantes sobre o cabelo masculino.

Importância de manter o corte em dia

A frequência com que você corta o cabelo pode determinar não só a estética, mas também a saúde dos seus cabelos. Logicamente, cabelos cortados na frequência certa terão uma apresentação melhor do que os que não são aparados adequadamente.

O cabelo masculino cresce a uma proporção de 1 a 2 centímetros por mês, podendo chegar até mais, dependendo da pessoa. Esse valor é o dobro da taxa de crescimento do cabelo feminino, a título de comparação. Sendo assim, não demora muito para que o corte formatado comece a perder o seu estilo.

Mas não é só isso. Cortar o cabelo também auxilia na manutenção da saúde dos fios. A partir de um certo tempo do corte, alguns fios do seu cabelo podem apresentar pontas duplas. A ponta dupla é problemática porque pode se enrolar nos fios saudáveis e gerar a queda deles. Por conta disso, elas deixam o cabelo mais embaraçado e com o aspecto ressecado, o que influencia também na estética.

Corte de cabelo x crescimento

Existe uma crença popular de que cortar o cabelo com frequência pode fazer ele crescer mais rápido. Essa informação, porém, não é verdade. O crescimento do cabelo depende da raiz e não das pontas dele. Sendo assim, não corte o seu cabelo pelos motivos errados. Esse é um hábito bastante positivo, mas não faz aumentar sua velocidade de crescimento.

Frequência para cortar o cabelo masculino

Estilo militar

O estilo militar é um corte que tem sido muito utilizado entre os homens. É um corte simples, mas que, para se manter formatado, precisa de uma manutenção mensal, no máximo. Porém, o ideal é que seja feito de 20 em 20 dias.

Cortes com “fade

O “fade” é o efeito degradê aplicado na lateral, no qual se raspa o cabelo, diminuindo o seu volume gradualmente até a chegar na máquina zero. Esse efeito se perde facilmente com o tempo; por isso, é necessário realizar uma manutenção a cada 10 dias para as laterais e 20 dias para o topo.

Cabelo compridos

Se você possui o cabelo comprido ou está deixando crescer, não precisa visitar o salão com tanto afinco. Uma frequência mensal é suficiente para aparar as pontas e retirar o excesso de volume.

Agora que você entendeu qual é a frequência ideal para cortar o cabelo masculino, que tal ajudar outras pessoas a manter o estilo em dia? Compartilhe esse post nas suas redes sociais e marque seus amigos!

Conheça 4 passos para uma higiene adequada do cabelo masculino

Oleosidade, caspa, dermatite seborreica e calvície: esses são apenas alguns dos problemas que podem se tornar piores caso não haja uma boa higienização do cabelo masculino. Embora muitos já saibam disso, ainda há quem ache que cuidar dos cabelos é coisa de mulher. Grande engano!

Os homens precisam estar atentos a tudo o que envolva seu visual e, é claro, isso também inclui os cabelos. Queira você ou não, esse “detalhe” tem um papel significativo no que diz respeito à aparência, um fator fundamental em relação à impressão pessoal ou profissional que terão de você.

A seguir, listamos 4 passos para uma higiene adequada do cabelo masculino. Você verá que não é tão difícil assim, mesmo que sua rotina seja bastante agitada. Vamos conferir?

1. Lave o cabelo todos dias

O primeiro cuidado não poderia ser outro: lave o cabelo todos os dias. Isso é muito importante para combater a oleosidade dos fios, sem falar no benefício da própria limpeza.

É preciso, no entanto, ter atenção com a temperatura da água para evitar o excesso de calor. Entenda que a água quente do chuveiro quando em contato com o couro cabeludo causa o aumento da glândula sebácea, que contribui para o surgimento da caspa.

2. Hidrate sempre que necessário

Sol, água do mar e cloro da piscina são fatores conhecidos por promover o ressecamento dos cabelos. Nesse caso, a recomendação é a seguinte:

  • use um protetor solar capilar nos dias em que ficar exposto ao sol de forma excessiva;

  • lave os cabelos com água não salinizada após um banho de mar ou de piscina; depois, passe nos fios uma pequena quantidade de creme hidratante à base de queratina e enxágue o cabelo em aproximadamente 15 minutos após a aplicação do produto.

Em resumo, hidrate os cabelos sempre que necessário, principalmente quando forem expostos a algum agente externo que possa prejudicar sua aparência e saúde.

3. Use shampoos adequados

O uso de shampoos adequados também é fundamental. Tenha em mente que seu cabelo pode ser seco, oleoso ou normal e, para cada um deles, há um tipo de shampoo específico.

Opte, portanto, por aqueles que mais se aproximam da sua realidade capilar. Caso você não saiba, o cabelo masculino é mais oleoso que o feminino e, por isso, os shampoos para homens normalmente possuem propriedades para o combate da oleosidade.

4. Evite ao máximo o uso de chapéus e bonés

Quantas vezes você já ouviu falar que o uso de chapéus e bonés pode levar à calvície? Diversas, não é? Pois bem, primeiramente saiba que isso não é verdade. Esses acessórios não serão os responsáveis pela queda definitiva dos cabelos, que pode ser causada por fatores genéticos ou hormonais.

Contudo, o uso frequente de chapéus e bonés certamente deixará o couro cabeludo mais oleoso, dificultando também sua “respiração”. Com isso, a tendência é o aparecimento de problemas como a dermatite seborreica e a caspa, condições que podem ocasionar uma queda temporária dos fios.

Por fim, não se esqueça de que a higiene adequada do cabelo masculino também engloba os cortes, isto é, a ida com frequência ao cabeleireiro. A aparência organizada e bem-ordenada é um aspecto que deve ser considerado.

Gostou desse artigo e quer mais dicas para cuidar da saúde dos seus fios? Então descubra aqui qual é o melhor tipo de shampoo para queda de cabelo!

Saiba como identificar rapidamente os tipos de calvície

Os diferentes tipos de calvície, ou alopecia, ocorrem por conta de questões distintas que contribuem para a incidência do problema. Geralmente quem sofre da questão sabe pouco sobre o assunto e nunca tomou nenhuma medida para evitar.

Saber detalhadamente como se dá o problema é ter a certeza do motivo da queda de cabelos e, em alguns casos, até agir de modo a evitar o avanço do problema. Que tal conhecer um pouco mais sobre as variações da alopecia?

O post a seguir trará detalhamentos de cada um dos tipos da alopecia e o que configura cada uma dessas variações. Acompanhe a leitura!

Alopecia aerata

Esta é a única forma cuja causa é desconhecida. Em contrapartida, suas características estéticas são bem marcantes: o cabelo cai em pedaços, sempre em formatos redondos espalhados pelo couro cabeludo.

A incidência deste tipo é mais rara e pode acontecer em qualquer faixa etária. Existem alguns tratamentos específicos para esse caso, porém sua eficácia não é 100%, uma vez que já houve casos de reincidência do problema mesmo após o acompanhamento intensivo.

Alopecia difusa

Neste caso a queda de cabelo é decorrente de alguma doença grave ou situações como estresse excessivo, questões emocionais e convulsões relacionadas à febre. Na alopecia difusa a perda progride por, no máximo, 6 meses. Após isso o crescimento do cabelo volta normalmente.

Durante esse tempo os fios são bem poucos, com aspecto liso e bem frágeis, apesar de a perda não ser total. Eles saem com o simples movimento de passar a mão sobre a cabeça.

Alopecia androgenética, o mais comum dos tipos de calvície

O tipo androgenético é o que configura a calvície propriamente dita. É a incidência mais comum do problema, que causa enfraquecimento dos fios, resultando em uma perda progressiva com o passar do tempo.

Genético, o problema é causado por problemas no hormônio androgênio, responsável direto por regular a continuidade da produção de cabelo. Essa disfunção resulta em fios cada vez mais finos, até a escassez completa.

O tratamento para o problema tem foco justamente na inibição do androgênio, mas precisa ser feito no início da calvície para que tenha eficiência.

Alopecia cicatricial

Neste tipo de alopecia não há nenhum tratamento capaz de normalizar o crescimento de cabelo na área afetada. Existem algumas subdivisões deste tipo:

Infecciosa

Quando a cicatriz foi causada por problemas no sistema imunológico devido à ação de bactérias, fungos, vírus ou protozoários.

Fisioquímica

Causada por acidentes relacionados a agentes físicos ou químicos como ácidos, queimaduras, traumas cortantes ou radiação.

Devido a tumores

Ocorre após a incidência de tumores subcutâneos que de algum modo causaram danos na produção de fios de cabelo.

Devido a dermatoses

A incidência do problema irreversível ocorre após algumas doenças de pele como mucinose folicular, dermatomiosite e síndrome de Graham-Little.

Alopecia traumática

Comum, este caso se dá por lesões causadas por aparelhos ou objetos que de alguma forma agrediram o couro cabeludo. Os mais comuns são secadores de cabelo e prancha de alisamento. Este tipo também está relacionado a tricotilomania, síndrome em que o paciente tira seu próprio cabelo.

Alopecia seborréica

Este tipo de perda de cabelo está diretamente ligado às glândulas sebáceas. Quando há disfunção nelas, acontece a irritação do couro cabeludo e a queda dos fios por conta do excesso de produção da oleosidade na região.

Este problema pode ser hormonal, decorrente de ansiedade ou estresse, hereditário, por uso de produtos químicos capilares ou simplesmente por uma alimentação com excesso de gorduras e condimentos.

Saber as características de cada tipo de alopecia é interessante para se prevenir da possibilidade de incidência de cada uma. Entretanto, se você já tem o problema, é fundamental se consultar com um profissional especialista para que ele dê o diagnóstico preciso e encaminhe o tratamento mais adequado.

Gostou do conteúdo? Agora que você já sabe mais sobre os principais tipos de calvície, aproveite e conheça melhor a especialidade médica totalmente voltada para o tratamento de cabelos.

 

 

Quais são as causas da calvície masculina? Confira aqui!

Perder os cabelos é uma triste realidade para muitos homens: aproximadamente 50% daqueles com mais de 50 anos são atingidos em algum grau pela calvície. No entanto, embora a perda de cabelo muitas vezes possa ser hereditária, existe uma diversidade de outras causas da calvície masculina.

Para um tratamento adequado, é essencial descobrir o que está causando a perda de cabelos. Claro que é o médico quem diagnosticará o motivo, mas, se o paciente já tiver alguns indícios do problema, poderá ajudá-lo na investigação.

Por isso, neste post falaremos sobre quais são os fatores que podem levar os homens a ficarem calvos. Confira!

Pode estar em seus genes

A causa mais comum da calvície masculina é aquela que leva à familiar careca em forma de U, também chamada de alopécia androgênica. Esse formato característico de careca se deve à maior presença de receptores de testosterona na região frontal e alto da cabeça.

Essa condição é de origem genética e pode ser herdada tanto do pai quanto da mãe.

Quando um indivíduo tem o gene para a calvície, seus folículos pilosos começam a ser afetados pela testosterona logo na adolescência, fase em que começa a produção desse hormônio e a perda dos fios nesses indivíduos. Nesses homens, o momento mais preocupante para se iniciar a perda dos fios é em torno dos 17 anos.

Caso a alopécia androgênica se manifeste nessa faixa etária, é possível que a pessoa tenha perda total dos cabelos até os 23 anos de idade.

Você pode estar envelhecendo

Com o passar do tempo, tanto homens quanto mulheres tendem a experimentar a diminuição em sua quantidade de cabelo. Dos 50 anos em diante, em ambos os sexos, se inicia um processo de afinamento e diminuição do volume dos fios.

Isso se deve à diminuição da espessura do couro cabeludo, o que prejudica nossas glândulas sebáceas e sudoríparas. Além disso, também afeta a circulação sanguínea nessa região, dificultando a chegada de nutriente aos bulbos capilares.

Sua saúde pode estar ligada às causas da calvície masculina

Embora a calvície masculina seja uma condição comum e inofensiva, ela pode ocasionalmente estar associada à síndrome metabólica. Esta é uma combinação de obesidade, diabetes, aumento da pressão sanguínea e colesterol elevado.

Pessoas com esta síndrome apresentam maior risco de doença cardíaca. Essa ligação é mais frequentemente vista em homens que desenvolvem calvície relativamente muito jovens.

Além da condição médica citada, existem outras complicações de saúde que também podem levar à calvície. Veja a seguir:

Alopecia areata

Ocorre quando o sistema imunológico ataca os folículos pilosos, causando uma queda repentina do cabelo e deixando áreas arredondadas sem cabelo.

Infecções no couro cabeludo

Infecções, como micose, podem acometer a pele no couro cabeludo, levando a manchas escamosas e perda de cabelo. Uma vez que as infecções são tratadas, o cabelo geralmente cresce de volta.

Outros distúrbios da pele

As doenças que causam alopecia cicatricial podem resultar em perda permanente nas áreas com cicatrizes. Essas condições incluem líquen plano, alguns tipos de lúpus e sarcoidose.

Medicamentos

A calvície pode ser causada em homens por medicamentos para tratamento de câncer, artrite, depressão, problemas cardíacos, pressão alta e outros.

Problemas psicológicos

Embora a calvície de origem genética esteja fortemente ligada ao DNA, problemas emocionais também podem acelerar ou ocasionar a perda dos cabelos. Essa condição é chamada de alopécia traumática. Pode ocorrer devido ao estresse ou também em decorrência de alguma súbita alteração psíquica.

Você pode estar apresentando sintomas da calvície

A perda de cabelo pode aparecer de muitas maneiras diferentes, dependendo do que a está causando. Pode surgir de forma repentina ou gradual e afetar apenas seu couro cabeludo, ou todo o seu corpo. Os sinais e sintomas podem incluir:

  • raleamento progressivo no topo da cabeça;

  • áreas calvas circulares ou irregulares;

  • perda repentina dos cabelos;

  • áreas calvas que se espalham pelo couro cabeludo.

Muitas pessoas recorrem a tratamentos por por conta própria. Porém, a escolha de um tratamento deverá ser feita pelo médico especialista em tricologia, pois ele avaliará as possíveis causas da calvície masculina em cada caso específico.

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Oleosidade e queda de cabelo: qual a relação?

Você sabia que a oleosidade e queda de cabelo estão conectadas? O excesso de óleo no couro cabeludo, por si só, pode fazer com que os fios caiam, ou então piorar o quadro quando outro motivo está causando a calvície.

Por essa razão, é preciso entender a relação entre as duas adversidades e aprender o que causa a oleosidade, como tratá-la e mantê-la longe! Neste post, você vai encontrar todas as informações que precisa.

As causas da oleosidade 

A origem desse incômodo pode estar na herança genética, que determina o tipo de cabelo que a pessoa vai ter. Se essa for a razão, significa que o couro cabeludo será sempre oleoso e é preciso aprender a controlar essa característica. 

Há também outros fatores externos que interferem e causam oleosidade no cabelo. Quando isso acontece, o problema costuma ser temporário, terminando quando o gerador de excesso de gordura no local é eliminado. Abaixo, listamos os principais:

  • estresse;
  • alterações hormonais (principalmente durante a gravidez);
  • uso de cosméticos que não são apropriados para o cabelo ou aplicação muito próxima à raiz;
  • alimentação muito rica em gordura;
  • lavar a cabeça com água muito quente ou usar o secador em temperatura alta; 
  • passar a mão com muita frequência nos fios, estimulando a produção natural de óleo;
  • dormir com fronha de algodão (o tecido absorve a umidade do cabelo, fazendo com que ele tente compensar gerando mais sebo).

Oleosidade e queda de cabelo

Essa condição provoca uma queda maior de cabelo porque quando a região tem gordura em excesso, ela entope os poros, interferindo na nutrição dos fios e deixando-os mais fracos.

Por essa razão, os cabelos oleosos têm uma aparência fraca, sem vida, além de passarem uma impressão de sujeira. Os fios pouco saudáveis, desidratados e denutridos têm mais propensão a cair. 

Como prevenir

A melhor forma de manter a oleosidade longe das madeixas é evitar os fatores de risco listados acima. Procurar relaxar e esquecer dos problemas um pouco, fazer exames regulares para conferir as taxas de hormônio e se alimentar de forma saudável e equilibrada.

Tomar banhos frios ou mornos e evitar o secador também ajuda. E para saber qual o shampoo e os cosméticos certos para o seu tipo de cabelo, uma consulta ao dermatologista pode ser valiosa.

Mas e no caso dos cabelos naturalmente oleosos por conta da genética? Nessa situação, o jeito é encontrar mecanismos para controlar a produção de óleo. Confira no próximo tópico.

Combatendo a oleosidade

Para oleosidades que não são temporárias, alguns hábitos podem inibir um pouco a alta geração de sebo. O primeiro deles é escolher um shampoo próprio para cabelos oleosos. Os produtos mais recomendados são os que contêm ácido salicílico, são adstringentes e de preferência em gel.

Mas, atenção: não é para exagerar na higiene! Se você lavar a cabeça muitas vezes ou utilizar produtos muito fortes, o couro cabeludo pode tentar compensar o excesso de ressecamento e acabar produzindo ainda mais oleosidade.

Na hora do banho, procure massagear a raiz dos cabelos com delicadeza, e não esfregar. Também fique longe de shampoos dois em um, e só passe condicionador nas pontas, se necessário. 

Entender a relação entre oleosidade e queda de cabelo ajuda a manter o problema bem longe e facilita o controle da perda dos fios. Gostou desse post? Fique por dentro de mais dicas curtindo a nossa página no Facebook

Como identificar uma queda de cabelo anormal?

Você sabe reconhecer se a queda de cabelo que está tendo é normal ou não? Esse incômodo costuma deixar as pessoas preocupadas, porém, muitas vezes, ele é natural. Um fenômeno comum do corpo.

O problema é quando o cabelo cai por alguma razão mais grave. Nestes casos, pode ser um indício de que algo está errado no organismo. É preciso ter atenção e identificar o porquê de os fios estarem caindo.

Continue nos acompanhando e saiba como descobrir! 

Quando é normal o cabelo cair?

Como tudo na vida, o cabelo é feito de ciclos, e passa por três fases: anágena, catágena e telógena. A primeira engloba o crescimento dos fios e dura de dois a seis anos. Na segunda, eles se tornam maduros. Esta etapa tem uma duração pequena, de uma semana ou duas.

A fase telógena é de “limpeza”: os cabelos mortos são eliminados. Por isso, percebemos uma queda grande de fios durante cinco ou seis semanas. Após isso, novos fios começam a crescer, e o ciclo recomeça. 

Caso grande parte da queda aconteça no banho, não se preocupe: é absolutamente normal que, durante essa atividade, os fios velhos deixem o couro cabeludo.

Você só precisa se preocupar com o fato se a queda for de mais de 15% dos fios. Fora isso, é o cabelo se renovando naturalmente. Existem também outros fatores que tornam o processo preocupante. Veja abaixo.

Como saber se preciso me preocupar com a queda de cabelo?

Para descobrir se a sua queda é normal ou não, você pode fazer um teste caseiro simples: segure uma mecha de cabelo nas mãos e puxe com força. Após fazer isso, veja quantos fios ficaram na sua mão.

Se o resultado for mais de 15 fios, o melhor a fazer é consultar rapidamente um dermatologista para investigar a situação. 

Quais os sintomas de queda de cabelo anormal?

Observe o seu couro cabeludo com atenção. Se existirem áreas falhas ou pequenas regiões completamente sem fios, é sinal de que sua queda não é natural. 

Os ombros e o travesseiro também merecem nossa atenção: caso você identifique muitos fios de cabelo repousados nesses lugares, significa que há algo de anormal, e é também preciso consultar um especialista para diagnosticar.

Quais os tratamentos para queda de cabelo?

Uma vez diagnosticado o problema, o médico vai tratar de qualquer aspecto incomum do organismo que esteja fazendo os fios caírem: como déficits de vitaminas, por exemplo, ou enfermidades no couro cabeludo.

O profissional também pode receitar cosméticos, shampoos especiais ou mesmo medicação via oral para combater a queda. Isso depende de cada caso.

Como prevenir a queda de cabelo?

Para evitar esse incômodo indesejado, algumas medidas podem ajudar: 

  • faça a higienização do cabelo corretamente;
  • use escova com bolinhas nas pontas das cerdas para massagear o couro cabeludo e estimulá-lo;
  • evite o estresse;
  • mantenha uma alimentação saudável;
  • faça exercícios físicos regularmente;
  • fique longe do álcool e do cigarro;
  • não prenda mechas do cabelo quando ele estiver molhado.

Agora que você já sabe identificar uma queda de cabelo anormal, fique atento! E, se este for o seu caso, não se preocupe: esse problema tem cura. Basta procurar um dermatologista e seguir as suas orientações.

E aí, gostou de nosso conteúdo e quer continuar se atualizando? Então siga siga a gente nas redes sociais! 

Afinal, a calvície tem idade certa para aparecer? Descubra aqui!

Homens ou mulheres, não importa, o fato é que observar o desaparecimento dos cabelos pode ser uma experiência um tanto quanto desagradável.

Isso é ainda mais verdade para os vaidosos de plantão, já que a queda acentuada dos fios tem um impacto significativo na aparência.

No entanto, muito ainda se discute sobre a questão “calvície e idade”, ou seja, se há ou não uma relação entre os dois. 

Por essa razão, elaboramos este artigo justamente para esclarecer essa dúvida. Aqui, você verá de forma clara e objetiva os principais pontos em relação a calvície. Por isso, continue a leitura e confira!

O que causa a calvície?

Antes de mais nada, é importante que você saiba o que causa a alopecia androgênica, termo médico para a calvície. Resumidamente, o problema é relacionado ao hormônio testosterona, ou melhor, ao dihidrotestosterona (DHT), sua forma mais densa. 

Para entender melhor, saiba que essa substância é a responsável pelo “afinamento” dos fios, já que ela faz com que os folículos capilares reduzam de tamanho: esse processo acontecerá de maneira gradativa até o fechamento por completo. Ao fecharem, o crescimento dos cabelos se tornará impossível, caracterizando, desse modo, a calvície. 

E onde entra o fator genético?

Ainda no que diz respeito a causa, não poderíamos deixar de citar o fator genético. Nesse caso, compreenda que o problema da hereditariedade está intimamente ligado aos hormônios.

O ponto a destacar aqui é que a testosterona é transformada em DHT pelo intermédio de uma enzima chamada 5-alfarredutase: quanto maior a sua presença no organismo, mais elevados serão os níveis de DHT. 

E o que isso tem a ver com a genética? A resposta: é ela que determina a produção dessa enzima.

Mas, então, a calvície tem idade certa para chegar ou não?

A resposta para a pergunta acima é muito simples: não! Devido à associação da calvície com a genética e as funções hormonais, o problema pode surgir a qualquer momento após o final da juventude, algo por volta dos 17 anos.

No entanto, vale salientar que existe uma faixa etária predominante na qual ela costuma aparecer. E qual é? A partir dos 25 anos. Diante disso, ainda fica a dúvida em relação à progressão do problema. 

Para respondê-la, entenda que cada caso é um caso, portanto, não há nada que estabeleça uma regra para o desenvolvimento da calvície. O que se sabe é que quando precoce, a tendência é que a perda dos fios ocorra de forma mais acelerada. 

Assim sendo, antes do que a idade, são os fatores hormonais e genéticos que definirão quando a calvície aparecerá. Por isso, vai a dica: se você possui familiares carecas, o melhor a se fazer é procurar uma clínica de tricologia.

O tricologista, por sua vez, será o responsável por avaliar a sua situação. Tenha em mente que o melhor tratamento é a prevenção, já que na maioria das vezes, a condição pode ser minimizada ou até mesmo evitada. 

E você, o que achou do nosso artigo sobre calvície e idade? Gostou? Então deixe seu comentário aqui para a gente!