Oleosidade e queda de cabelo: qual a relação?

Você sabia que a oleosidade e queda de cabelo estão conectadas? O excesso de óleo no couro cabeludo, por si só, pode fazer com que os fios caiam, ou então piorar o quadro quando outro motivo está causando a calvície.

Por essa razão, é preciso entender a relação entre as duas adversidades e aprender o que causa a oleosidade, como tratá-la e mantê-la longe! Neste post, você vai encontrar todas as informações que precisa.

As causas da oleosidade 

A origem desse incômodo pode estar na herança genética, que determina o tipo de cabelo que a pessoa vai ter. Se essa for a razão, significa que o couro cabeludo será sempre oleoso e é preciso aprender a controlar essa característica. 

Há também outros fatores externos que interferem e causam oleosidade no cabelo. Quando isso acontece, o problema costuma ser temporário, terminando quando o gerador de excesso de gordura no local é eliminado. Abaixo, listamos os principais:

  • estresse;
  • alterações hormonais (principalmente durante a gravidez);
  • uso de cosméticos que não são apropriados para o cabelo ou aplicação muito próxima à raiz;
  • alimentação muito rica em gordura;
  • lavar a cabeça com água muito quente ou usar o secador em temperatura alta; 
  • passar a mão com muita frequência nos fios, estimulando a produção natural de óleo;
  • dormir com fronha de algodão (o tecido absorve a umidade do cabelo, fazendo com que ele tente compensar gerando mais sebo).

Oleosidade e queda de cabelo

Essa condição provoca uma queda maior de cabelo porque quando a região tem gordura em excesso, ela entope os poros, interferindo na nutrição dos fios e deixando-os mais fracos.

Por essa razão, os cabelos oleosos têm uma aparência fraca, sem vida, além de passarem uma impressão de sujeira. Os fios pouco saudáveis, desidratados e denutridos têm mais propensão a cair. 

Como prevenir

A melhor forma de manter a oleosidade longe das madeixas é evitar os fatores de risco listados acima. Procurar relaxar e esquecer dos problemas um pouco, fazer exames regulares para conferir as taxas de hormônio e se alimentar de forma saudável e equilibrada.

Tomar banhos frios ou mornos e evitar o secador também ajuda. E para saber qual o shampoo e os cosméticos certos para o seu tipo de cabelo, uma consulta ao dermatologista pode ser valiosa.

Mas e no caso dos cabelos naturalmente oleosos por conta da genética? Nessa situação, o jeito é encontrar mecanismos para controlar a produção de óleo. Confira no próximo tópico.

Combatendo a oleosidade

Para oleosidades que não são temporárias, alguns hábitos podem inibir um pouco a alta geração de sebo. O primeiro deles é escolher um shampoo próprio para cabelos oleosos. Os produtos mais recomendados são os que contêm ácido salicílico, são adstringentes e de preferência em gel.

Mas, atenção: não é para exagerar na higiene! Se você lavar a cabeça muitas vezes ou utilizar produtos muito fortes, o couro cabeludo pode tentar compensar o excesso de ressecamento e acabar produzindo ainda mais oleosidade.

Na hora do banho, procure massagear a raiz dos cabelos com delicadeza, e não esfregar. Também fique longe de shampoos dois em um, e só passe condicionador nas pontas, se necessário. 

Entender a relação entre oleosidade e queda de cabelo ajuda a manter o problema bem longe e facilita o controle da perda dos fios. Gostou desse post? Fique por dentro de mais dicas curtindo a nossa página no Facebook

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